
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Sono
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
O que de melhor você fez em 2008?
Novidades antológicas em 2009
Antes tarde do que mais tarde

sábado, 22 de novembro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
Fobia de povo
Calma, calma, gente...
Não digo que não gosto de povo ou que tenho medo de multidões...não é nesse sentido o título desse comentário (post).
Quero só mostrar um certo...desgosto...
Certa resistência....
Algo como uma impaciência...
com o comentário mais comum e corrente no dia em que acaba uma eleição do tipo da de ontem, em que todos obrigatoriamente votam e a cidade - principalmente uma interiorana, como a minha - pára pra ver o que comumente se chama de “O Espetáculo da Democracia”
Dizem...
“O povo não sabe o que faz”.
Não estou de forma nenhuma querendo, cinicamente, fazer valer uma das máximas mais “lugar comum” de todas; a de que “a voz do povo é a voz de Deus”...
Não...a voz do povo não é a voz de ninguém “além” do povo...
Mas o que digo é que o povo é abandonado à própria consciência – que na verdade não é própria - pela “democracia” e pela “cidadania”;
ao certo, porque a democracia prefere o espetáculo, feito pra quem a desconhece completa e absolutamente...
e a “cidadania”...? Quando os cidadãos são chamados a exercer a cidadania, além do período eleitoral? Muito ao contrário, aliás, o povo é ludibriado por uma mídia grande golpista que criminaliza qualquer iniciativa em que os indivíduos tentem exercer a tão clamada – no período eleitoral – cidadania.
Ouvi falar, de um velho sábio, que “TUDO NA VIDA É PRÁTICA”
Mas como exercer “bem” a cidadania na hora de votar, que parece ser o único momento importante da trajetória da cidadania brasileira, se no tempo em que não existem candidatos a cargos eletivos (e muito bem pagos), o “querido”, o “necessário” povo não pode agir, enquanto coletivo, sem levar o rótulo de bandidos, arruaceiros, vândalos, entre muuuuitos outros adjetivos?
Acho que não gostam de democracia e cidadania como elementos “perenes” na sociedade brasileira...
Preferem (quem?) o espetáculo...
Não “gostam” de conviver sempre com o povo...
Preferem (???) dar-nos um “presente” bienal...
Inaê S. de Vasconcellos
(nova – e super-irregular desde o começo – colaboradora desse blog)
Graduanda em Ciências Sociais integra time do Antologia Racional
Os melhores blogs são premiados com o selo “Esse blog é mara”

Garagem Rock Club
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A MINHA CIDADE É UMA MENINA TRISTE NA JANELA
TODO ANO, VESTE O MANTO DA MELANCOLIA E DANÇA UM CINZA CARNAVAL
A MINHA CIDADE, MENINA SEM SAL, SEM DOCE, SEM DOR, SEM DÓ.
APENAS UMA CINZA-BRANCA CIDADE
SEM LUZES EM TÚNEIS, SEM CARA NEM COR.
MINHA CIDADE, MENINA SÓ...
TANTO TEMPO SOZINHA FICOU, QUE ASSIM ACOSTUMOU...
UMA ORFÃ, QUE ABANDONA OS PAIS, UMA MÃE QUE RENEGA OS FILHOS.
PORQUE ESSA MENINA CIDADE , DE TÃO TRISTE , AMARGOU , MOFOU , CANSOU.
DE TÃO ABANDONADA, ABANDONOU, RENEGOU, INGRATA FICOU.
MENINA CRUEL, PÁLIDA, MALVADA.
MENINA NELSON RODRIGUES, DISSIMULADA, AMARGURADA.
MULHER DE BANDIDO, MASOQUISTA, PESSIMISTA, DERROTISTA.
MENINA COVARDE, QUE NÃO QUER CRESCER. TEM MEDO DO MUNDO,
TEM MEDO DO TUDO, PREFERE OS MANTOS DO NADA.
REPOUSA SUA MORNA TRISTE ALEGRIA , DEBAIXO DE AZUIS LENÇÓIS.
TÃO IMATURA ESSA MENINA... NÃO CHORA SUA DOR,
PREFERE SUA FALSA ALEGRIA HISTÉRICA
PROPAGADA EM CARROS DE SOM.
Juliana Freitas
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Rede Record: uma grande farsa

Zapeava os canais, quando um programa chamou-me atenção. Era o duvidoso ‘Fala que eu te escuto’, da Rede Record. Os bispos e apresentadores discutiam o porquê de uma imprensa tendenciosa: para ser atrativa comercialmente, por interesses ou por preconceitos? Uma pequena indagação, antes da discussão central do texto: o primeiro motivo não se enquadraria dentro do segundo?
A tela da tevê se dividia em duas: à esquerda passavam-se matérias, as quais denegriam a imagem da Rede Globo e à direita, os responsáveis pelo circo, em estúdio, ouviam os participantes.
A maioria dos sábios telespectadores respondia com tranqüilidade que a imprensa é tendenciosa porque atua baseando-se em interesses. Não duvido disso. Muitos destes ‘metiam o pau’ na emissora carioca, chegando alguns até mesmo a defender que ela seria a única imprensa televisiva tendenciosa. Quanta estupidez!
A produção do programa, obviamente, selecionava àquilo que gostaria de ouvir e de divulgar: ataques à emissora dos Marinhos, sua maior concorrente. O assunto da atração escancarava os reais intuitos da emissora e ainda havia quem tivesse a coragem de criticar, exclusivamente, a Globo.
Não tentem me convencer de que a emissora paulista não atua segundo seus interesses, muito destes em favor da Igreja Universal, sua dona, até porque seria ilógico. Prova disso era a exibição do próprio programa.
Não estou aqui na posição de defensor da Rede Globo, até porque estou ciente de seu perigoso poder de atuação, mas deixo minha indignação perante uma emissora de televisão que jamais poderá tecer críticas à emissora global, uma vez que desempenha um papel tão podre quanto à outra.
Sendo a Globo um exemplo a não ser seguido, o que leva a Record a copiá-la descaradamente, seja na programação, na cenografia, na contratação de profissionais etc.?
Para os ditos anti-globo, uma observação: não adianta criticar de maneira efusiva a Globo e, assim que chegar em casa, após um longo dia de trabalho, ligar a tevê para assistir o ‘Jornal Nacional’ e, logo após, a novela das oito que começa às nove, até porque seria uma grande contradição.
A imprensa é um reflexo da sociedade. Aquela mostra o que esta deseja assistir. O circo está armado.
Imagem: Revista Carta Capital
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Poesia

Saciado de amor suplico ódio!
Não de um abraço frio
E sim de um ardente tapa que ressoe violento em meu rosto!
O vermelho bonito no outro.
Odeia, então diga!
Canta, canta, canta!
Uma voz, um violão,
Que me liberte dos espinhos
Que outrora verdes, não me incomodavam.
Calem-se vizinhos infernais!
O silêncio tem que brotar das paredes.
A solidão, um espelho e um reflexo que fale sobre mim.
Cresce broto, mas cresce rápido,
Que ainda não existe a fruta para degustar.
Um abraço, pelo que há de mais sagrado!
Saciado de ódio, suplico amor!
As mãos que em minhas costas irão se cruzar.
Suplico amor!
Breno Ferreira Maia
Peço aos leitores do blog que imaginem um nome a poesia!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Finalmente, cidadão!
Vale lembrar que o vocábulo “cidadão”, começa a ser substituído por outro: “cidadania”, pelo fato de aquele se restringir aos homens e à participação política, enquanto este se refere a homens e mulheres e, além de participação política, direitos sociais, culturais etc. Essa nova acepção ainda não fora registrada pelos dicionários.
Antes de encerrar a postagem, dois comentários. Primeiro, é um orgulho podermos acompanhar as eleições. Vejo-as, não como obrigação, imposta por uma lei constitucional, mas como algo superior. Não sei em qual palavra poderia resumir meu sentimento. Ainda mais bacana é acompanhar uma apuração séria, eficiente e rápida, invejada por muitos países. Nisso, o Brasil dá show.
E por fim, acho que sou pé frio. Só pode ser. Para reitor na universidade, votei em quem perdeu. Agora, nas eleições, votei em candidatos a prefeito e a vereador não eleitos. Vai ver não tenho iniciado com pé direito.
Parabéns a todos nós pelo exercício da democracia! Ah, não vale esquecer em quem votou!
sábado, 4 de outubro de 2008
As 2 maiores palavras da Língua Portuguesa
Garoto de 7 anos mata animais em zoológico
Imaginem esse moleque daqui alguns anos! Bush já foi ultrapassado e o mundo não sabia.
Dízimos, casamentos e batizados? Passa no cartão?
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Mais um passo dado para desenvolver o nariz artificial
Ainda que o olfato seja um dos mais antigos e primitivos sentidos, pouco se sabe sobre seu funcionamento. Pesquisas como essa ajudam a desvendar como o nariz reconhece infinitos odores. Matéria completa no BBCBrasil.


